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Ano novo, desafio novo

  • 3 de jan. de 2018
  • 1 min de leitura

Começou uma nova semana e, simultaneamente, um novo ano.


Embora continue a ser a mesma, entusiasta pela escrita e pela reflexão divergente, coloquei-me um desafio, um estímulo ao afastamento da zona de conforto.


Após um maturado processo de cogitação, dei por mim a concluir que aplicamos no quotidiano um conjunto de frases da “sabedoria popular”, sem que ponderemos verdadeiramente na sua influência no nosso comportamento. São exemplos desta “sabedoria” os provérbios populares, que povoam a cultura de todos os povos. No caso Português somos uns afortunados, pois são um património vasto.


Os provérbios são constructos populares que veiculam interpretações e conhecimento sobre a vida quotidiana. A maior parte é ancestral, transitando de geração em geração, em formato de património imaterial e de forma (in)consciente é aplicado verbalmente em várias situações da vida, tornando-se uma quase verdade.


Destaquei quase de forma deliberada. De facto, em algumas circunstâncias os provérbios podem ser determinantes na gestão emocional e no comportamento individual e colectivo. Acredito que não têm estatuto de dogma, mas a sua repetição e base supostamente empírica, conferem-lhes alguma “credibilidade”.


Assim sendo, e após este enquadramento, vamos ao que interessa. A que me proponho neste novo ciclo? A partir de um provérbio, que será sempre o título do artigo, fazer a sua desconstrução relacionando-o com a gestão do comportamento. De que forma influenciam as nossas expectativas, as nossas atitudes, os nossos modelos. Em suma, o como influem o nosso comportamento.


E termino com o provérbio “quem muda, Deus ajuda”.


Este artigo foi escrito ao abrigo do antigo Acordo Ortográfico.

 
 
 

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